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Vinho em Espanha: As Regiões Demarcadas e as Categorias Oficiais

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Espanha é o terceiro produtor mundial de vinho, logo a seguir a França e Itália. É responsável pela produção de 15% de todo o vinho produzido no mundo.

Castilla-La Mancha é a maior região vínica do planeta com 540,000 hectares de vinhedo plantado.

Mas, afinal, como se organiza o panorama vitivinícola espanhol?

As Regiões Demarcadas Espanholas

A Espanha tem 15 regiões vinícolas. São elas:

  1. Galicia
  2. La Rioja
  3. Andalucía
  4. Madrid
  5. Murcia
  6. País Vasco
  7. Valencia
  8. Navarra
  9. Catalunya
  10. Castilla-La Mancha
  11. Castilla y León
  12. Baleares
  13. Extremadura
  14. Aragón
  15. Canarias

Classificação do Vinho em Espanha

Os vinhos espanhóis são classificados e divididos em três grandes tipologias/categorias:

1. Vinos con Denominación de Origen Protegida (DOP)

Os vinhos com Denominação de Origem Protegida são vinhos cuja qualidade e características se devem, essencialmente ou exclusivamente, à sua origem geográfica, com os factores humanos e culturais a ela inerentes.

Possuem uma qualidade, reputação ou outras características específicas atribuíveis à sua origem geográfica.

A totalidade das uvas provem exclusivamente da zona geográfica de produção, e a sua elaboração tem lugar dentro dessa zona.

  • Vinos de Pagos (VP): São os originários de um “pago”, entendendo por tal o recanto, poviação ou local rural com características próprias que o diferenciam e distinguem dos demais. Caso a totalidade do pago se encontre incluída numa Denominação de Origem Qualificada, poderá receber o nome de “Pago Qualificado”, e os vinhos produzidos nele serão denominados “Vinhos de Pago Qualificado”, desde que comprove que cumpre os requisitos exigidos aos vinhos da Denominação de Origem Qualificada e se encontre inscrito na mesma.
  • Vinos con Denominación de Origen Calificada (DOCa): Esta categoria está reservada aos vinhos com Denominação de Origem que atingiram elevados níveis de qualidade ao longo de um extenso período de tempo. Além de uma maior exigência de controlo e qualidade, devem ter decorrido, pelo menos, dez anos desde o seu reconhecimento como “Denominação de Origem” para poderem obter a categoria de “Qualificada”.
  • Vinos con Denominación de Origen (DO): São vinhos de prestígio originários de uma área de produção delimitada e cuja elaboração é regulamentada por um Conselho Regulador. Devem ter decorrido, pelo menos, cinco anos desde o seu reconhecimento como “Vinho de Qualidade com Indicação Geográfica”. Uma denominação especial é a do cava, utilizada para vinhos espumantes, e que, em Espanha, é considerada uma Denominação de Origem (DO) que abrange várias regiões, em especial na Catalunha.
  • Vinos de Calidad con Indicación Geográfica (VC): É o vinho produzido e elaborado numa região, comarca, localidade ou lugar determinado, com uvas provenientes dos mesmos, cuja qualidade, reputação ou características se devem ao meio geográfico, ao factor humano ou a ambos, no que diz respeito à produção da uva, à elaboração do vinho ou ao seu envelhecimento.

2. Vinos de la Tierra (VdlT)

São vinhos provenientes e elaborados numa área geográfica delimitada, tendo em conta determinadas condições ambientais e de cultivo que possam conferir aos vinhos características específicas.

Possuem uma qualidade, reputação ou outras características específicas atribuíveis à sua origem geográfica. Pelo menos 85% das uvas provêm exclusivamente da zona geográfica.

3. Vinos de Mesa

Os Vinhos de Mesa são aqueles vinhos não incluídos em nenhuma zona geográfica protegida.

Estes vinhos não podem fazer qualquer referência geográfica sobre a sua procedência e não têm de cumprir as exigências que são impostas aos vinhos provenientes de zonas geográficas.